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F5 Soluções Empresariais · Contabilidade para profissionais da saúde e liberais em Chapecó/SC
Planejamento Tributário · F5 Soluções Empresariais

O enquadramento certo, decidido com os seus números

Simples Nacional, Lucro Presumido ou continuar no CPF: comparamos os cenários com o seu faturamento, as suas despesas e a sua rotina, e definimos pró-labore e distribuição de lucros dentro do que a lei permite.

Mesa de consultório com notebook aberto em uma planilha comparativa, calculadora e caderno de anotações

O que fazemos

Planejamento Tributário

Um estudo feito com os dados reais da sua atividade, revisto quando o faturamento, a equipe ou a lei mudam.

  • PF x PJ comparados

    Quanto fica no CPF, com Carnê-Leão e INSS, e quanto ficaria numa PJ, lado a lado e com os seus números.

  • Simples Nacional

    Enquadramento da atividade no Anexo III, IV ou V e a faixa de receita em que a empresa está.

  • Fator R acompanhado

    A relação entre folha e faturamento conferida mês a mês, porque ela pode mudar o anexo da empresa.

  • Lucro Presumido

    Simulação do regime para quem fatura mais ou tem uma atividade que pesa no Simples.

  • Pró-labore e lucros

    Definição do pró-labore e da distribuição de lucros, com o INSS, o IR e as regras novas de dividendos considerados.

  • Carnê-Leão e livro-caixa

    Para quem ainda atende no CPF: despesas dedutíveis organizadas e o imposto recolhido mês a mês.

  • Revisão periódica

    O planejamento é revisto quando o faturamento muda de faixa, entra um sócio ou a equipe cresce.

  • Mudanças na legislação

    Reforma Tributária e novas regras do IR acompanhadas, com aviso do que muda no seu caso.

Nenhuma simulação garante alíquota ou economia: o resultado depende do faturamento, da atividade, das despesas e da documentação de cada caso. O que entregamos é a comparação dos cenários possíveis dentro da lei, com os seus números, para você decidir com segurança.

Para quem é: Planejamento Tributário

Para quem é

O planejamento faz diferença em momentos diferentes da carreira.

  • Profissional da saúde no CPFMédico, dentista, fisioterapeuta ou psicólogo que atende particular e levou um susto com o IR da declaração.
  • Quem já tem PJClínica, consultório ou escritório que nunca revisou o anexo, o Fator R ou o valor do pró-labore.
  • Profissional liberal em crescimentoAdvogado, arquiteto ou consultor com contratos maiores, sócio chegando ou equipe aumentando.

Como funciona

Da conversa ao enquadramento definido

  1. 1

    Conversa inicial

    Entendemos como você fatura hoje, quem paga você e quais são os seus planos.

  2. 2

    Levantamento

    Reunimos faturamento, despesas, folha e as declarações dos últimos meses.

  3. 3

    Simulação

    Montamos os cenários possíveis, cada um com os impostos e encargos que ele envolve.

  4. 4

    Decisão explicada

    Apresentamos a comparação em linguagem simples, e a decisão é sua.

  5. 5

    Acompanhamento

    Com o fechamento até o dia 5, os números do mês mostram se o cenário continua valendo.

Sobre planejamento tributário

O que costumam perguntar antes de mudar de enquadramento.

  • Abrir uma PJ sempre compensa?

    Não sempre. Depende do quanto você fatura, de quem paga (pacientes e clientes pessoa física, clínicas, hospitais, convênios ou empresas), das suas despesas e dos custos que uma empresa traz, como contabilidade, conselho e alvará. Em alguns casos, continuar no CPF com o Carnê-Leão bem feito é o caminho mais adequado por um tempo. A resposta sai da comparação com os seus números.

  • O que é o Fator R?

    É a relação entre a folha de pagamento dos últimos 12 meses (incluindo o pró-labore dos sócios) e a receita bruta do mesmo período. Para várias atividades de saúde e de profissionais liberais, quando essa relação fica em 28% ou mais, a empresa do Simples Nacional é tributada pelo Anexo III; abaixo disso, pelo Anexo V. Por isso o pró-labore é definido junto com o planejamento, e não à parte.

  • Sociedade de advogados pode ficar no Simples?

    Pode. A advocacia é tributada pelo Anexo IV do Simples Nacional, em que a contribuição patronal ao INSS é recolhida fora do DAS. Isso muda a conta em relação a outras atividades de serviço, e a comparação com o Lucro Presumido costuma ser parte do estudo.

  • Qual a diferença entre pró-labore e distribuição de lucros?

    O pró-labore é a remuneração do sócio pelo trabalho: tem INSS e segue a tabela do Imposto de Renda. A distribuição de lucros é a parte do resultado da empresa que vai para os sócios e precisa estar amparada pela escrituração contábil. A partir de 2026, a lei passou a prever retenção de IR sobre lucros acima de um valor mensal pago pela mesma empresa à mesma pessoa, além de uma tributação mínima para rendas mais altas. O equilíbrio entre os dois é definido caso a caso.

  • Com que frequência o planejamento é revisto?

    Sempre que algo relevante muda: faixa de faturamento, entrada de sócio, contratação de equipe, mudança de atividade ou de lei. Como o fechamento contábil fica pronto até o dia 5, acompanhamos os números mês a mês e avisamos quando vale reabrir a conta.

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